PSICOTERAPEUTA

Pedro Paulo de Souza

Professor, escritor, parapsicólogo, psicoterapeuta.


Dezesseis anos de experiência como psicoterapeuta-instrutor e professor em psicoterapia regressiva.


Outras formações: Letras e Teatro.


Informações complementares


Parapsicologia não é medicina. 

Portanto, não trabalhamos com medicamentos.


Parapsicologia não é Psicologia. 

Embora a pronúncia se pareça e tenham ambas alguma convergência.


A Parapsicologia  

Pesquisa e trabalha os casos de contaminação mental, mesmo quando esses não passam pelos cinco sentidos físicos e, ainda assim, interferem com a personalidade do indivíduo, alterando a sua qualidade de vida e dos seus familiares. Essa faculdade mental é chamada de "percepção extra-sensorial". Intuição. Sintonia. Sentimento. 


Por fim, na Psicoterapia Regressiva trabalhamos apenas com procedimentos, quais sejam:
Anamnese: levantamento e mapeamento dos eventos emocionais negativos;
Técnicas de relaxamento: afim de cambiar as frequências da mente;
PNL-Programação neurolinguística: afim de neutralizar os traumas e reorientar a mente subconsciente.

Contato direto!

HISTÓRICO


Nasci em Itaperuna (RJ), tenho uma história marcada por mudanças, muitas mudanças: geográficas, culturais, emocionais, físicas, etc. A primeira delas foi quando soube, aos oito anos, que íamos, nossa família, mudar para a cidade. Até aí morávamos num sítio, distante 12 km da cidade (Itaperuna). Na minha memória ficou marcado assim: soube da mudança num dia e no outro nos mudamos. Tipo, não deu tempo para digerir essa mudança. Saí de um lugar calmo, tribal, onde nada acontecia de extraordinário e fui para um lugar que tinha até luz elétrica, televisão e gente, muita gente!

Fiquei anos voltando àquele lugar (Cavinha) para me reequilibrar da desordem que a cidade e o seu consequente "tumulto" me causavam. Ali eu observava o silêncio e o efeito que ele produzia em mim; ali eu vivenciava afetos verdadeiros e desinteressados; ali eu voltava a ser gente de novo; ali eu recarregava minhas energias e me aprontava para um novo período na cidade!
Em Itaperuna as coisas correram aparentemente normais, como tinham que ser. Eu e meus irmãos fomos matriculados na escola do bairro e, assim, a vida seguiu até a próxima mudança. No Grupo Escolar Rotary até a 4ª série e, depois num colégio maior (Dez de maio), no centro da cidade, estudei até o 2º ano do ensino médio. Nessa época, sentia uma vontade imensa de me livrar do meu "presente", desejava chegar ao futuro bem rápido, de preferência sem carimbos, nem passaporte. A televisão já tinha um efeito avassalador sobre toda a gente e comigo não seria diferente. A única diferença era comigo mesmo, é o que hoje chamamos de resiliência. Ou seja: não é o que nos acontece, mas como reagimos ao que nos acontece!

Em algum momento dentro de mim, talvez até por conta de já ter a experiência de uma primeira mudança radical no histórico, resolvi mudar radicalmente tudo de novo! Escrevi uma carta à uma irmã (Quita) que morava no Rio (ainda mora), manifestando o meu desejo de ser paraquedista militar e se poderia ficar morando com ela e sua família por um período de tempo. Ela me respondeu, por carta, dizendo-se muito feliz por me receber em sua casa!
Mudança consentida! Minha mãe não gostou muito da ideia, mas não interferiu. Deixou a vida seguir em frente com os seus mecanismos e os seus desígnios. 
(Em andamento).